5 REMÉDIOS CASEIROS PARA ELIMINAR A DOR CIÁTICA – E O Nº 4 ELIMINA LOGO NA PRIMEIRA APLICAÇÃO!

A dor ciática é extremamente desagradável e compromete bastante a qualidade de vida de quem tem esse problema.

 

Se você é uma das vítimas dessa dor, sabe bem o que estamos dizendo.

 

Mas acreditamos que seu sofrimento está perto do fim.

 

Basta ler este artigo e seguir as orientações dele.

 

O nervo ciático é o mais longo do corpo humano.

 

Sua inflamação produz uma dor incômoda que se estende das costelas até abaixo do joelho.

 

Essa dor pode causar imobilidade parcial ou total.

 

O repouso ajuda, mas ele não pode se estender muito, pois a inatividade agrava os sintomas.

 

Além da dor, podem ocorrer outros sintomas, como pernas pesadas, formigamento e desconforto para se sentar.

 

A inflamação no nervo ciático pode ter várias causas.  

 

Hérnia de disco pode ser uma delas.  

 

O diabetes pode ser outra.

 

Uma condição conhecida como síndrome do piriforme também pode estar relacionada com o problema.

 

E até infecções pelo vírus do herpes podem originar a dor ciática.  

 

As pessoas mais predispostas a desenvolver o problema são as sedentárias, as que estão acima do peso, as que levantam muito peso, as que passam muito tempo sentada com movimentos que forçam as costas (motoristas, por exemplo) e as que têm diabetes.  

 

Como tratar a dor ciática?

 

Se você tem o problema, deve ter o apoio de um bom médico.

 

Além disso, reforce o tratamento com uma destas ótimas dicas naturais:

 

 

 

1. Terapia calor-frio

 

Nos primeiros 2-3 dias do tratamento, faça compressas frias: envolva em uma toalha uma bolsa de gelo e coloque na área afetada por 20 minutos várias vezes ao dia.

 

Passada a fase inicial do tratamento, você pode então fazer o mesmo procedimento com compressas quentes e alternar com as frias se a dor for persistente.

 

2. Arnica

 

Passe na área da dor tintura ou pomada de arnica (vende em lojas de produtos naturais e em farmácias de manipulação).

 

3. Cúrcuma (conhecida também como açafrão-da-terra)

Aplique na área afetada uma pasta feita com açafrão e azeite de oliva durante 30 minutos.

 

4. Vinagre de maçã

 

Este tratamento é sensacional e é o nosso preferido pois é superaprovado pelos leitores do Cura pela Natureza.

 

Ele deve ser feito à noite, antes de dormir.

 

Em um balde de 20 litros, coloque água quente até a metade.

 

Ponha a água na temperatura mais quente que possa ser suportada pelos pés.

 

Depois acrescente um punhado de sal e meio litro de vinagre de maçã.

 

Mexa bem essa mistura.

 

Coloque os pés dentro do balde e os mantenha lá até que a água esfrie.

 

Ao tirar os pés, enxugue e envolva-os em uma toalha seca e vá direto para a cama para dormir.

 

É preciso manter os pés aquecidos.

 

Por isso durma com uma toalha, um lençol ou colcha envolvendo-os para que fiquem bem aquecidos.

 

No outro dia, saia da cama com sandálias e não pise no solo sem elas.

 

Até na hora de tomar banho, use sandálias.

 

Faça uma vez e, se a dor passar logo no primeiro dia (o que é bem provável), fique repetindo-o a cada seis meses ou quando voltar a sentir dor.

 

5. Leite de alho

 

É um velho remédio caseiro, do tempo da vovó.

 

Veja como fazer e usá-lo:

 

INGREDIENTES

 

3 cabeças de alho picadas (não são os dentes de alho; são as cabeças, o bulbo completo)

 

Meia colher (chá) de açafrão-da-terra/cúrcuma em pó

 

1/4 de colher (chá) de pimenta-do-reino moída na hora

 

1 copo de leite

 

MODO DE PREPARO

 

Cozinhe os ingredientes, até que a mistura se reduza e torne-se um pouco espessa.

 

Desligue o fogo e espere esfriar.

 

Bata no liquidificador para que fique o leite de alho fique bem homogeneizado.

 

Tranfira para uma embalagem esterilizada de vidro com tampa e feche bem.

 

Tome 3 colheres (sopa) por dia.

 

O melhor horário é antes das principais refeições.

 

As pessoas sensíveis ao alho podem fazer com menos cabeças, para que fique menos concentrado.

 

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *